Quarta-feira, 14 de novembro de 2018.
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Atualizada em 09/08/2017
Serviços de recuperação da ponte entre Porto D’anta e Conjunto Marcos Freire II estão 30% concluídos
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Interditada parcialmente para o tráfego de veículos e pedestres, a ponte José Rollemberg Leite, situada na divisa entre a capital sergipana e o município de Nossa Senhora do Socorro, está com os serviços de recuperação dentro do estabelecido no cronograma.

Executada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra) em parceria com a Companhia Estadual de Obras Públicas (CEHOP), a reforma recebe R$ 2.339.879,70, oriundos do tesouro estadual e seus serviços consistem na recuperação estrutural das estacas, sapatas e pilares de concreto armado, tratamento das juntas de dilatação da laje de concreto armado, tratamento de fissuras estabilizadas e juntas inativas, acabamento de superfície de concreto projetado, recuperação de placas de concreto armado pré-moldadas dos passeios e pintura dos guarda-corpos e guarda-rodas.

O andamento das obras
Segundo o Secretário Estadual da Infraestrutura, Valmor Barbosa, 26 profissionais estão atuando em três frentes de trabalho. “Na parte superior da ponte foram demolidas e reconstruídas todas as oito juntas de dilatação (dispositivos criados para absorver a variação volumétrica do concreto e suavizar os efeitos das vibrações ocasionadas pelos veículos, em especial os mais pesados) no lado esquerdo sentido Aracaju/Nossa Senhora do Socorro, faltando aplicar os perfis de neoprene, para só então realizar o mesmo procedimento no lado direito”, exemplifica.

Ele ressalta que paralelo a este serviço, outros operários trabalham na parte inferior da ponte. “Em todos os 12 pilares que ficam dentro do rio já foi feita a escariação (processo que consiste no lixamento da estrutura até chegar às ferragens danificadas) e o jateamento no concreto em dois deles. Concluído este processo nos demais, será realizada a limpeza, aplicado um produto anticorrosivo e em seguida outro à base de epox — substância que une a ferragem e o cimento —, deixando os pilares protegidos e livres de outra oxidação, para só então serem colocadas as ferragens e o concreto, sendo que todos eles ficarão com oito centímetros a mais de espessura”, detalha.

Valmor Barbosa diz ainda que um terço dos pilares edificados no solo também será recuperado. “Dos 18 pilares, já revitalizamos dois e, por estarem em terra firme e não sofrer intervenção ocasionada pela maré, a reforma dos quatro restantes será mais rápida, o que possibilitará o remanejamento dos operários para a execução de outros serviços, de modo que o percentual da obra já atinge 30%, índice considerado satisfatório, pois, não havendo problemas com o excesso de vento e a constante oscilação da maré, os trabalhos serão concluídos no tempo previsto”, afirma.

Por: Alex Santiago
Fotos: Jorge Reis
 
 
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