Quarta-feira, 14 de novembro de 2018.
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Atualizada em 17/07/2017
Planejamento Estratégico é uma marca do Governo de Sergipe
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Uma obra que quando inaugurada, fortalecerá a economia não apenas do território Agreste Central, mas do Estado de Sergipe como um todo, a Central de Abastecimento de Itabaiana (CEASA), que terá a sua ordem de serviço autorizada nas próximas semanas, já traz consigo uma série de benefícios que oportunizarão melhorias significativas para os sergipanos.

Fruto do planejamento estratégico do Governo de Sergipe por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), a Ceasa de Itabaiana não apenas facilitará a cadeia de abastecimento do município e de todo o território Agreste Central, mas sobretudo, contribuirá para a mobilidade em rodovias cruciais da malha viária sergipana.

Segundo o Secretário Estadual da Infraestrutura, Valmor Barbosa, a obra orçada em R$ 30.689.968,93 com recursos do Proinveste une três eixos de atuação. “Sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, as obras do Governo do Estado quando elaboradas passam por estudos de planejamento estratégico, tático e operacional, visando atingir não apenas o objetivo final, mas a partir delas contemplar outras derivações. Com a construção do Ceasa, além da dinamização do comércio regional, a obra se tornará uma área de conexão com as centrais de abastecimento de Petrolina e Juazeiro, ocasionando assim um intercâmbio de mercadorias entre estas cidades polos. Por outro lado, já foi publicado o edital para o chamamento público para o estudo de viabilidade socioeconômico com o objetivo de duplicação da BR 235 que atravessa o município, o que tornará mais rápido o acesso da capital à fronteira Oeste do Estado da Bahia e por sua vez a algumas cidades de Pernambuco”, explica.

Ele acrescenta que a localização da Central de Abastecimento foi outra ação em que o planejamento foi minimamente calculado. “O município dispunha de outros locais onde a obra poderia ser edificada, mas optou pela Estrada da Mata da Raposa por estar próxima da BR 235 e também da entrada da futura Rodovia Itabaiana/Itaporanga — outra grande obra que dialoga com o Ceasa, já que encurtará as distâncias entre as rodovias BR 235 E 101 e os territórios Agreste e Sul —, evitando o tráfego de veículos pesados pelas principais ruas e avenidas da cidade, facilitando o acesso aos principais polos econômicos do Estado, à divisa com a Bahia, bem como à Ceasa e aos mercados de Aracaju, já que a BR 235 se interliga com a nova entrada da capital pelas Avenidas Lauro Pôrto e Santa Gleide, o que comprova a eficiência em planejar ações estratégicas voltadas para o desenvolvimento econômico, produtivo e de mobilidade”, enfatiza.

Valmor Barbosa diz ainda que ações do Governo do Estado são planejadas para o futuro. “Quando duplicamos o viaduto do Detran na capital, pensamos nos anos seguintes, fizemos uma estrutura para ampliação e hoje já construímos uma nova alça paralela a ele que o integrará a futura interligação das Avenidas Rio de Janeiro e Gasoduto. Na Zona Norte de Aracaju ao planejarmos o binário da Avenida Euclides Figueiredo incorporamos a cobertura do canal e a duplicação da Avenida Tancredo Campos, o que evitará congestionamentos, principalmente nos horários de pico. São obras que em sua essência se assemelham ao futuro Ceasa, uma vez que toda a estratégia de infraestrutura é contextualizada, não se limita a apenas uma única obra, mas a outras vertentes, pois, além do intercâmbio com as centrais de abastecimento dos dois estados, o seu processo de construção possui coerência tanto com a Rodovia Itabaiana/Itaporanga quanto com a possível duplicação da BR-235 até a fronteira com a Bahia, ressaltando assim a importância em se trabalhar o presente para melhorias a longo prazo”, ressalta.

O CEASA
O futuro empreendimento terá uma área construída de 10.652,58 m² em um terreno de 34.528,87 m², possuirá três blocos, uma praça de alimentação, estacionamento para carga e descarga, guaritas, casas de lixo e gás, reservatório e castelo d’água.

O bloco A será composto pelo setor administrativo (sete salas), 12 boxes destinados a lojões de produtos diversos (artesanato, vestuário, embalagens, utensílios domésticos, farmácia, casa lotérica, entre outros), e dois espaços destinados a unidades bancárias, totalizando 1.470,30 m².

Com 3.637,58 m² de área a ser construída, o segundo bloco (B) será destinado ao setor de varejo (produtos agrícolas) com 36 boxes destinados ao mercado do produtor e 55 boxes varejistas, todos eles com 12,00 m² de área. Além dos boxes, serão construídas 54 pedras para varejistas, que somam 548,90 m² e quatro banheiros masculinos e quatro femininos, sendo que, metade serão específicos para pessoas com mobilidade reduzida.

Destinado ao setor de atacado, o bloco C será o maior de todos, com área equivalente a 4.501,10 m² e comportará 61 boxes para frutas, legumes e hortaliças, 24 boxes para grãos, raízes e tubérculos, 25 boxes para açougue (carne bovina, suína, frango e pescado), todos eles com espaço de 24,00 m² e seis banheiros masculinos e femininos, dois, exclusivos a pessoas com necessidades especiais.

A Praça de Alimentação possuirá uma área de 867,18 m², com espaço para sete restaurantes e/ou lanchonetes, cada um com 24,00 m², sopão com área de 101,94 m², área de circulação, quatro banheiros masculino e feminino, sendo dois específicos às pessoas com dificuldades de locomoção.

Por: Alex Santiago
Fotos: Jorge Reis/Secom
 
 
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