Quarta-feira, 24 de maio de 2017.
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Atualizada em 11/08/2015
Terraplenagem está pronta para receber edificação do Hospital do Câncer
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Concluídos os serviços da primeira etapa que corresponde a terraplenagem, há cerca de 60 dias, a área se encontra apta a receber a construção do prédio de mais de 21.000,00 m² da obra voltada para a saúde pública de Sergipe, o Hospital do Câncer Marcelo Déda Chagas, cujos R$ 15 milhões do valor da obra são recursos do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados (Proinveste).

Após a Caixa Econômica Federal concluir a análise dos projetos, uma vez que os recursos na ordem de R$ 80 milhões são oriundos do Governo Federal, a Secretaria de Estado da Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra) iniciou os trâmites para a licitação.

A licitação
Valmor Barbosa esclarece as questões sobre o processo licitatório da construção do hospital. “Enquanto trabalhávamos nos serviços de terraplenagem, os projetos estavam sendo analisados pelo corpo técnico da Caixa Econômica Federal, já que a instituição é o agente responsável pelo repasse dos recursos. Há 60 dias, a Caixa autorizou a licitação para obra e publicamos o edital dentro dos trâmites legais e este e foi avaliado pelo Tribunal de Contas da União (TCU)” conta.

Ele destaca que está ocorrendo uma interpretação deturpada dos fatos. “O TCU sugeriu e recomendou que fizéssemos algumas revisões nas exigências de qualificações técnicas para a construção do hospital, pois, enquanto responsáveis pelo gerenciamento da construção de uma obra complexa, exigimos que a empresa possua capacidade técnica e econômica para realizá-la, sem que haja o risco de paralisação ou inexecução”, explica.

O secretário ressalta que são muitos os esforços para dar celeridade ao processo. “Como jamais iríamos de encontro a uma avaliação de um órgão de controle, suspendemos a licitação e estamos fazendo a revisão atendendo todas as recomendações de maneira ágil, e, tão logo isso seja finalizado, encaminharemos nos próximos dias para a reavaliação da Caixa Econômica. Por se tratar de recomendações pontuais, acreditamos que será uma análise rápida e a partir daí publicaremos um novo ato convocatório, validado pelo TCU”, enfatiza.

Os serviços
Segundo o Secretário Estadual da Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano, Valmor Barbosa, os serviços foram complexos. “O fato de o terreno estar situado em uma área baixa, com trechos alagadiços fez com que a execução dos trabalhos se estendesse além do previsto, ainda mais porque enfrentamos períodos chuvosos e, quando isso acontece, é necessário paralisar as obras, uma vez que para o terreno ficar apropriado a receber as fundações, a escavação chegou até pouco mais de três metros de profundidade para a retirada de material ruim”, exemplifica.

Valmor Barbosa acrescenta que os procedimentos posteriores necessitavam de uma atenção maior. “Uma vez retirado todo o material, substituímos por outro apropriado a fim de que o terreno se estabilizasse e só então ele fosse aterrado em camadas, compactado e, por fim executada a construção de cortinas de concreto, tudo isso dentro das normas da engenharia”, detalha.

O secretário diz ainda ser normal o terreno estar com uma aparência diferente. “É natural que um terreno logo após ser nivelado e atravessar um período constante de chuvas — o qual ainda perdura, esteja da maneira em que se encontra. Seria de se estranhar se não tivesse lama na superfície, porém, isso não compromete o bom serviço que foi realizado”, conclui.

Por: Alex Santiago
Fotos: Jorge Reis
 
 
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